Susto com o boleto do IPTU? Taxa do lixo desvinculada “muda” o valor.

 

Proprietários de imóveis em Curitiba se assustaram com o valor impresso nos carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) recebido este ano. Isso porque, além do reajuste do imposto aprovado em dezembro pela Câmara Municipal, a partir deste ano a Taxa de Coleta de Lixo (TCL) está desvinculada do imposto predial, embora ambos sejam pagos juntos. A intenção é zerar o déficit de cerca de R$ 80 milhões no pagamento ao serviço de coleta com a inclusão de mais contribuintes, de acordo com cálculos da prefeitura. A previsão para o custo de coleta em toda a cidade este ano é de R$ 209 milhões.

Aprovado em dezembro do ano passado pelos vereadores, o imposto predial sofreu reajuste de 4% para imóveis com edificação e 7% para terrenos vazios. Assim, considerando projeções do mercado financeiro para a inflação do período entre novembro de 2016 ao mesmo mês de 2017, os proprietários de imóveis com edificação se veem diante de um acréscimo total de aproximadamente 7% sobre o que foi pago no ano passado. Para os espaços onde não há construção, o acréscimo é de cerca de 10%.

A TCL continua incluída e discriminada no boleto do IPTU, e a operação de pagamento permanece a mesma. Com a desvinculação da taxa, os imóveis residenciais passam a pagar R$ 275,40 e os não residenciais, R$ 471,60. Os valores são os mesmos já praticados no ano passado, informa a prefeitura. Para efeito de avaliação, o município considera a taxa residencial para o imóvel que gera até 600 litros de resíduo por semana.

Até o ano passado, havia um limitador relativo à taxa de lixo paga pelos proprietários. Ele impedia que o valor da taxa fosse maior que o cobrado pelo IPTU; assim, quem pagava R$ 50 de imposto predial, por exemplo, desembolsava outros R$ 50 para o serviço de coleta. “Com essa limitação, alguém estava pagando a diferença”, explica Sérgio Luiz Primo, diretor do departamento de Rendas Imobiliárias da prefeitura. “Era o município. Chegamos em 2017 com um déficit de R$ 80 milhões no serviço de coleta de lixo”, informa.

Como o valor arrecadado ficava abaixo do custo do serviço, Primo acrescenta que o município precisava tirar recursos destinados a outras áreas para que o serviço não fosse interrompido. Segundo números da prefeitura, no ano passado, foram arrecadados R$ 120 milhões para um serviço que custa R$ 200 milhões.

Isentos passam a pagar

Segundo informações publicadas no site da prefeitura, como historicamente IPTU e taxa do lixo eram cobrados juntos, os descontos e imunidades relativas ao imposto acabavam incidindo também na taxa. A isenção é concedida a proprietários de imóvel simples – de até 70 metros quadrados de área construída, padrão simples de acabamento e valor venal de até R$ 140 mil, e edificações construídas pela Cohab, incluindo as do programa Minha Casa Minha Vida -, mais clubes, igrejas, associações e imóveis públicos. Somados, informa a prefeitura, somam 450 mil imóveis em Curitiba, ou mais da metade de total.

Para esses, o desconto da taxa variava, de acordo com cada caso, desde 1% da taxa até a isenção total da cobrança do serviço. Agora, os imóveis isentos também passam a pagar pelo serviço. No caso dos imóveis simples, os proprietários vão pagar 50% dos R$ 275,40.

“Para que seja possível fazer a composição dos valores, ou se aumenta demasiadamente o valor da taxa ou se traz mais contribuintes para a lista. Foi escolhida a segunda opção, a mais viável”, detalha. “O imposto é gradual de acordo com o patrimônio: quem tem patrimônio maior, imóvel que vale milhões, por exemplo, paga IPTU mais elevado. A taxa é a remuneração pelo serviço prestado”, acrescenta o diretor.

Uma dificuldade de compreensão que a prefeitura informa já ter identificado nos questionamentos que tem recebido se refere à distribuição da cobrança dentro dos imóveis. Segundo Primo, se até o ano passado a taxa estava limitada ao valor do IPTU, hoje ela incide por unidade dentro do imóvel. “Se há um valor acima de R$ 275,40 no imóvel, é sinal de que tem mais de uma residência no local”, esclarece.

Como pagar

O pagamento integral – IPTU mais taxa de lixo – pode ser feito à vista, com desconto de 4%, até o dia 9 de fevereiro. Ou em até dez vezes, com parcelas mínimas de R$ 20, também para o valor total do boleto. A operação de pagamento é uma e só com o documento incluindo as duas cobranças.

A prefeitura informa que não haverá alteração de valor da taxa de lixo para quem já pagava integralmente pelo serviço no ano passado. Já sobre o IPTU, incide reajuste anual.

Fonte: Gazeta do Povo

 

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Razões para investir em imóveis de luxo
setembro 15, 2017

Diversificar os investimentos é sempre uma boa ideia, além dos benefícios financeiros, da aquisição de um imóvel de alto padrão significa uma elevação do estilo de vida de uma família, uma vez que essas moradias são construídas com o objetivo de dar conforto, praticidade e segurança para os moradores.

Dados do primeiro trimestre de 2017 levantados confirmam o potencial de valorização em imóveis de luxo.

Conheça cinco razões para investir em um imóvel de luxo.

1. Infraestrutura de Ponta

Características como um apartamento por andar, elevadores privativos, personalização da planta, sustentabilidade, piscinas, áreas para a família e amigos e privacidade são algumas das características dos apartamentos de luxo, além dos sistemas de segurança com biometria que garantem o bem-estar dos proprietários e visitantes.

2. Qualidade

A Laguna dedica boa parte dos investimentos em tecnologia para os projetos das fachadas dos empreendimentos e itens de conforto como esquadrias de alto desempenho. Os imóveis de luxo da construtora não economizam nesse quesito e conta com fornecedores de primeira linha que justificam o investimento realizado. Os materiais apresentam alta durabilidade e qualidade, reduzindo os custos com manutenção ou reforma. Muitas vezes os proprietários não terão grandes preocupações por décadas.

3. Valorização

A valorização de um imóvel de luxo é imediata. Óbvio que fatores como localização, infraestrutura, oferta e procura, entre outros, influenciam. Assim como as características e a qualidade dos materiais utilizados no empreendimento. Imóveis de luxo privilegiam espaço e privacidade, valorizando consideravelmente o metro quadrado.

Têm ainda como diferenciais a privacidade e o conforto, com áreas de descanso e ambientes amplos. Itens como suíte master com banheira, cuba dupla e área social espaçosa são pré-requisitos nessas residências.

4. Facilidades

Optar por um imóvel de luxo é escolher comodidade e qualidade de vida. Lembre-se que um apartamento de luxo é pensado para atender às necessidades de pessoas exigentes. Seja para quem trabalha muito ou tem pouco tempo para frequentar academias e clubes, ou para quem simplesmente quer conforto no “pátio de casa”, empreendimentos de luxo oferecem a possibilidade de desfrutar de uma estrutura completa perto de casa.

Um condomínio com apartamentos de luxo oferece espaços como piscina com raia coberta e aquecida, quadras esportivas, academia, estúdio de pilates, sala de massagem, salão de festas, espaço gourmet, área para as crianças e também para os pets.

5. Sustentabilidade

Uma das exigências de quem investe ou compra um imóvel de luxo é a sustentabilidade do empreendimento.

Captação de água de chuvas, placas solares, estações para bicicletas e carros elétricos e depósito para lixo reciclável viraram pré-requisito para os clientes.

Como você viu, um apartamento de alto padrão se mostra extremamente vantajoso, trazendo conforto e rentabilidade para seu proprietário.

Veja mais: http://www.segs.com.br/economia/81913-5-razoes-para-investir-em-imoveis-de-luxo.html

Por: jamaica
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Imóveis compactos invade a capital Curitibana.
setembro 1, 2017

Com o crescimento desenfreado da urbanização dos grandes centros, o conceito e moradia precisou se adaptar, os imóveis compactos é a grande tendência nas grandes metrópoles.

Aos poucos Curitiba esta recebendo vários empreendimentos que buscar adequar espaços a qualidade de vida.  Quem investe em imóveis com 25m²  os apartamentos refletem um momento especifico  do clientes, e o preço mais baixo ajuda também na decisão, pois  é mais fácil morar próximo de seu trabalho ou onde estuda, do que investir em um apartamento de 3 dormitórios e enfrentar o transito do dia, pois a qualidade de vida não pode ser associada apenas no espaço no qual vive.

Já os compradores são de perfis variáveis, como estudantes, solteiros, divorciados e investidores, apartamentos novos e amplos são cada vez mais difíceis de encontrar, moradias menores tendem a criar uma maior densidade urbana, possibilitando que pessoas vivam mais próximas das outras e de seus trabalhos.

“Isso torna muito mais fácil caminhar, usar transporte público ou bicicleta como o meio de transporte. E espaços pequenos costumam ser mais baratos para comprar, alugar e manter, resultando em maior liberdade financeira. Muitas vezes você pode mudar de bairro, viver exatamente onde quiser, graças aos custos mais baixos”. Outro ponto positivo é o cuidado com imóvel é mais fácil de limpar e você não precisa passar o final de semana varrendo casa.

Olhamos para a planta e decidimos qual a melhor configuração de espaço para atender os objetivos planejados. Contamos muito com móveis e equipamentos embutidos para fazer um espaço pequeno ganhar o máximo de funcionalidade.

Fonte: G1.com

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